Dalton Martins

Docente e pesquisador na Faculdade de Ciência da Informação da Universidade de Brasília (UnB)

Aprendendo a desenvolver software no ecossistema WordPress – parte III: anotações do curso “Beginner WordPress Developer” da plataforma WordPress.org – seção 6 – “An introduction to developing WordPress plugins”

Sugere consultar o Plugin Handbook para mais informações e estudos.

Requisitos para o cabeçalho de um plugin.

Lista de melhores práticas para o desenvolvimento de plugins com várias sugestões sobre modelagem de objetos ao final da página. Um tópico para estudar futuramente.

Custom Post Type

One of the more common use cases for developing a custom plugin is to take advantage of the WordPress Post API to create custom post types.
The WordPress core Post API allows you to register custom post types. These custom post types extend the core post data type, which is stored in the posts table in the WordPress database.

An example of a custom post type is the page data type, which is registered by WordPress core.

register_post_type é a função que permite registar novos tipos de Post Type.

Para o novo post_type ser criado, é preciso criar um hook no processo de inicialização do WordPress – init.

Isso garante que a função de criação do post_type seja executada.

A seção chama destaque para os problemas de desempenho do Custom Post Type, como temos percebido no Tainacan de longa data.

A seção sugere estudar o capítulo de criação de tabelas em plugins do handbook. Uma importante leitura para o final do curso.

Para mais informações, visitar o capítulo de Post Types do Handbook.

Ver a função register_taxonomy em detalhes.

Ver a página de Taxonomias no Handbook.

Ver mais sobre metadados no handbook e sobre a função add_post_meta.

A forma mais simples de se criar custom post type data é habilitando o post_type para ter custom fields direto pela interface de edição de posts. É um método bastante precário pois exige que o usuário digite o campo que ele que vai criar e o valor do campo. Muito frágil para controle de dados.

Uma segunda forma de fazer isso um pouco melhor é pré populando o nome dos campos na interface dos custom fields de forma que o usuário possa selecionar o campo sem necessariamente ter que digitar. Isso é feito através de um filtro que inclui esses valores nos chaves do post meta keys como mostrado a seguir.

Uma outra forma melhor é via Custom Meta Boxes, mas não é abordado no módulo.

A última aula desse módulo fala sobre a capacidade de enfileirar scripts e CSS.

Final do módulo!

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